Os perigos da tecnologia

A tecnologia avança cada vez mais rápido, apresentando um novo aparelho ou um novo aplicativo a cada dia. Em consequência, vem exigindo um atualizar-se constante. Uma capacidade nem sempre percebida entre os mais velhos, mas presente entre os mais novos. As crianças, hoje, integram-se à tecnologia de uma forma nunca vista.

Acompanhar as novidades e estar apto a lidar com as novas tecnologias é essencial. Pois, no mundo atual, o acesso ao conhecimento, o convívio social e as escolhas educacionais e profissionais, entre outros aspectos de nossa vida, são intermediados ou dependem delas. O que não é ruim, pois a tecnologia vem proporcionando avanços em todas as áreas.

Mas, como tudo na vida, a tecnologia também tem seu lado negativo. Influenciadas por elas, as pessoas, de modo geral, estão cada vez mais ociosas, as relações presenciais estão dando lugar a relações virtuais e muitas necessidades e demandas estão sendo negligenciadas. Dentre os seus males, o vício em jogos alçou a categoria de distúrbio psicológico e o vício em celular e em redes sociais provavelmente seguirão o mesmo caminho.

É papel dos pais regular quanto e quando os filhos têm acesso às tecnologias. Um papel nem sempre fácil de exercer, pois os pais não estão o tempo todo ao lado dos filhos e tampouco são os únicos responsáveis por regular o quanto e o quando. Mas, com certeza, é de criança – desde os primeiros acessos ao celular, aos desenhos e aos joguinhos – que se deve pensar nesta questão. Pois limitar quanto e quando um viciado em tecnologia pode ter acesso a ela é bem mais complicado.

E, sobretudo, é preciso que próprios os pais transmitam aos filhos um bom exemplo de convivência com a tecnologia!

Ver matéria Pela primeira vez, vício em games é considerado distúrbio mental pela OMS, da BBC Brasil.